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MBA Tech

ENGENHARIA DE SOFTWARE MODERNA:

ARQUITETURA, PLATAFORMAS & IA

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    nos formatos

    live

    para todo o Brasil

    Híbrido

    em são paulo

    Lidere projetos complexos, selecionando as melhores tecnologias para atender às necessidades das organizações, com base em padrões de engenharia, arquitetura de software e tecnologias disruptivas, impulsionando a transformação digital.

    Você vai se
    preparar para:

    • Transformar modelos de negócios e desenvolver produtos digitais aplicando Arquitetura Corporativa - TOGAF, Desenvolvimento Mobile, Microservices, Kafka, DevOps, Docker, Kubernetes, e tecnologias emergentes como Blockchain e IA.

    • Liderar e gerenciar projetos de desenvolvimento de software, aplicando metodologias ágeis como Scrum e Kanban, coordenando equipes, prazos e recursos para garantir entregas de alto impacto.

    • Projetar, desenvolver e manter soluções de software de alta qualidade, utilizando princípios de engenharia de software, como Domain-Driven Design (DDD), arquitetura modular e escalável e boas práticas de programação.

    • Criar arquiteturas de software bem estruturadas e evolutivas que atendam às demandas de negócio, com foco na escalabilidade, manutenção e integração de novas tecnologias.

    • Compreender e analisar requisitos de projetos de software, mapeando processos e garantindo a entrega de soluções otimizadas e alinhadas às expectativas de performance e usabilidade.

    • Implementar práticas de testes automatizados e Test-Driven Development (TDD), garantindo a qualidade, segurança e resiliência do software.

    • Incorporar práticas de segurança durante o desenvolvimento para proteger o software contra ameaças cibernéticas e vulnerabilidades.

    • Utilizar tecnologias disruptivas como Generative AI, Blockchain e Computação em Nuvem para criar oportunidades de negócios e soluções inovadoras no desenvolvimento de software.

    • Combinar conhecimentos em engenharia de software com IA para desenvolver soluções avançadas.

    ENTENDA O PAPEL FUNDAMENTAL QUE VOCÊ VAI DESENVOLVER EM EMPRESAS E ORGANIZAÇÕES.

    Com o avanço acelerado das tecnologias e a constante necessidade de inovação, a Engenharia de Software se tornou uma área essencial para o sucesso e a evolução das organizações. Profissionais da área são protagonistas na criação de soluções digitais que impactam diretamente a performance, a escalabilidade e a competitividade das empresas.

    Entender o ciclo completo de desenvolvimento de software — da concepção à entrega e ao monitoramento — é o que permite criar sistemas robustos, seguros e alinhados às necessidades reais do negócio.

    Metodologias ágeis, Domain-Driven Design, Design Patterns, microsserviços, Arquiteturas Serverless e tecnologias como Inteligência Artificial Generativa, Engenharia de Dados e DevOps são ferramentas indispensáveis no dia a dia de quem atua com protagonismo na transformação digital.

    Mais do que conhecimento técnico, é essencial desenvolver a capacidade de trabalhar de forma colaborativa, com visão estratégica e foco em resultados. Estar ao lado de profissionais com diferentes experiências, compartilhar aprendizados e construir um networking sólido é parte do crescimento de quem busca fazer a diferença.

    Desempenhar esse papel exige preparo, visão sistêmica e atualização constante. É essa combinação que torna o profissional de Engenharia de Software uma peça-chave na construção do futuro das organizações.

    Competências &
    Habilidades

    Desenvolvimento de Software

    Inteligência emocional

    Liderança técnica

    Comunicação

    Gestão de Pessoas e Tecnologia

    Cooperação

    Arquitetura Ágil

    Desenvolvimento Mobile

    Raciocínio lógico e matemático

    Capacidade analítica

    Frameworks &
    Ferramentas

    Java

    AWS

    Scikit-learn

    Tensorflow

    Flutter

    Vue.js

    Software Innovation Engineering

    Technology Architecture, Digital Management, Microservices, Mobile, DevOps e Plataformas de Desenvolvimento

    Arquitetura Ágil

    Front-End e Back-End

    Node.js

    Microservices, Kafka, DevOps, Docker, Kubernetes, Low Code, Blockchain e Computação Quântica

    Scrum, Kanban, XP e Safe

    Design Thinking

    IoT, ML e DL

    Figma

    Radix

    Jest

    React

    NoSQL e SQL

    IaaS, Paas e SaaS

    TOGAF

    TDD e FDD

    Sonnar

    Test A/B

    Hadoop, Hive, Spark, ElasticSearch, Cassandra e Snowflake

    BI, BigData & Data Lake

    IaaS, Paas e SaaS

    EXPLORE O
    PROGRAMA DO CURSO

    MBA Live

    módulos do formato live

    Módulo 1.

    Onboarding e Síntese

    4H/A

    Workshop de abertura
    • Visão geral do MBA e suas trilhas
    • O que é (e o que não é) Engenharia de Software Moderna
    • Não é “curso de linguagem do zero”
    • É formação para atuar com arquitetura , plataformas , qualidade , segurança , dados e IA
    • Jornada do aluno: do entendimento técnico à entrega com impacto
    • Critérios de engajamento : participação, atividades, trabalhos e postura esperada
    • Dinâmica de integração da turma
    • perfil, objetivos, desafios atuais, áreas de interesse dentro das trilhas

    Módulo 2.

    Horizonte e Impacto

    8H/A

    AI, Sociedades do Futuro: Dessincronização e Regeneração, da Futurofobia à Futurotopia
    • Strategic Futures & Foresight e desafios globais (Millennium Project)
    • Mundo exponencial, prevalência tecnológica e cenários VUCA/BANI
    • Antifragilidade e eventos extremos: cisnes e rinocerontes cinza, entre outros
    • Mentalidade de futuros: enquadrar desafios, identificar mudanças e ler sinais
    • Métodos e ferramentas de prospecção e imaginação de futuros alternativos e regenerativos
    • Mindset digital, Darwinismo Digital e mundo Tech & Touch
    • Revoluções tecnológicas e cognitivas, utopias e distopias: retrotopia, futurofobia e futurotopias
    • Ética, transparência, responsabilidade social, regulações e anomias
    • Reflexões contemporâneas: tecnofeudalismo, fascismo digital, colonialismo de dados e dilemas humanos
    • Nota de enquadramento
    • A proposta é pensar e ampliar o ciclo cognitivo: não é “converter” ninguém, nem fechar resposta definitiva. O foco está em leitura crítica e navegação em complexidade para discussão de cenários e futuros preferíveis.

    Módulo 3.

    Operating System da Engenharia

    48H/A

    Delivery System: Agilidade Prática para Times de Engenharia
    • Nivelamento rápido: fundamentos que realmente importam
    • O que é ser ágil na prática (e o que não é)
    • Backlog, priorização e critérios: DoR/DoD (visão aplicada)
    • Papéis, cadência e cerimônias: o mínimo que dá previsibilidade
    • Antipadrões: go horse , “Scrum de fachada”, excesso de urgência, falta de decisão
    • Agilidade aplicada a engenharia de software
    • Integração entre entrega e engenharia: qualidade, dívida técnica e dependências
    • Como agilidade quebra quando não existe padrão de engenharia
    • “Stop the line” e como evitar retrabalho como cultura
    • Delivery System: fluxo e previsibilidade
    • Conceitos práticos: WIP , filas, gargalos, handoffs
    • Métricas simples de fluxo: lead time , cycle time , throughput (visão aplicada)
    • Como reduzir variabilidade e aumentar previsibilidade com ações simples
    • Planejamento realista em ambientes complexos
    • Planejamento por capacidade e por fluxo (sem prometer o impossível)
    • Forecasting leve usando histórico (quando existir)
    • Como lidar com urgências: classes de serviço e políticas explícitas
    • Governança mínima e métricas para gestão
    • Rituais que geram valor: review, retro, alinhamento com stakeholders
    • Gestão de riscos e transparência
    • Painel simples: entrega + qualidade + estabilidade (o mínimo viável)
    • Caso aplicado (hands-on)
    • Diagnóstico de um time “go horse” em cenário real
    • Redesenho do fluxo, cadência, políticas e painel de métricas
    • Apresentação curta: decisão, trade-offs e plano de melhoria
    Engineering Excellence: Qualidade, Métricas e Dívida Técnica
    • Excelência em Engenharia na prática
    • O que é Engineering Excellence em 2026: foco em entrega , qualidade , custo e sustentabilidade
    • Antipadrões comuns: “feature factory”, “qualidade como fase”, “métrica de esforço como performance”
    • Qualidade como sistema, não como etapa
    • Definition of Done e padrões mínimos: código , testes , segurança , observabilidade
    • Quality gates em pipeline: lint , static analysis , coverage útil, vulnerabilities , build breakers
    • Refatoração contínua como prática de time
    • Estratégia de testes e automação orientada a risco
    • Pirâmide de testes: unit , integration , contract , E2E
    • Testabilidade como critério de design
    • Flaky tests e como evitar “falsos vermelhos”
    • Testes para APIs , eventos , integrações e cenários críticos
    • Métricas que importam para engenharia e produto
    • Métricas de fluxo: lead time , cycle time , throughput , WIP
    • Métricas de qualidade: defeitos , retrabalho , escapes , MTTR
    • Métricas de entrega e performance do sistema: DORA (visão gerencial e técnica)
    • Métricas que enganam: “% ocupado”, “quantidade de story points”, “function points como produtividade”
    • Dívida técnica como portfólio e governança
    • O que é dívida técnica : código , arquitetura , dados , infra , processo
    • Como tornar a dívida visível: Debt Register , tags, ownership e critérios
    • Priorização por impacto , risco , custo de atraso e dependências
    • Estratégias: refactor , rewrite parcial , strangler , modularização , depreciação
    • Operating model de engenharia
    • Rotinas de qualidade: code review efetivo, pairing quando necessário, “stop the line”
    • Governança técnica: padrões , exceções , arquitetura leve e decisões registradas ( ADRs )
    • Como reportar para liderança: narrativa de trade-off e evolução por indicadores
    Gestão de Produtos Digitais para Engenharia, Plataformas e IA
    • 4. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
    • 1. Contexto de mercado, tese de valor e papel do produto digital
    • Transformação digital, software, plataformas, automação e IA
    • Panorama de produtos digitais e padrões de geração de valor
    • Produto como mecanismo de diferenciação competitiva
    • Papel estratégico do Product Manager e integração com engenharia, dados e negócio
    • 2. Discovery contínuo, formulação de oportunidades e direcionamento do produto
    • Problema, dor, contexto e hipótese de valor
    • Discovery contínuo e validação de oportunidades
    • Outcome vs output
    • Tese de produto, critérios de sucesso e aprendizado validado
    • Critérios de priorização orientados a valor, risco, viabilidade e dependências
    • Relação entre discovery, backlog, roadmap e capacidade de execução
    • 3. Produto, software, dados e IA: decisões técnicas que moldam o produto
    • Machine Learning como motor de produtos digitais
    • Quando faz sentido usar IA, ML, automação ou software tradicional
    • Impacto de decisões arquiteturais no produto
    • Custos técnicos, manutenção, escalabilidade e sustentabilidade da solução
    • Dependência de sistemas legados e integração entre sistemas
    • Capacidades de dados e engenharia como base para evolução do produto
    • Riscos, restrições e viabilidade técnica na tomada de decisão
    • 4. Frameworks e artefatos de gestão de produtos digitais
    • PRD no contexto de produtos digitais
    • Service Blueprint e jornada ponta a ponta
    • Product Operating Model e interfaces entre produto, design e engenharia
    • Produto como sistema: pessoas, processos, tecnologia, serviços e governança
    • 5. Métricas, impacto e experimentação
    • Métricas de adoção, ativação, retenção, conversão e sucesso da tarefa
    • Métricas de impacto no negócio e time-to-value
    • Métricas de interface entre produto e engenharia: lead time, cycle time, deploy frequency e change failure rate
    • Limitações das métricas tradicionais em produtos digitais
    • Testes A/B, Champion/Challenger, pilotos e experimentos orientados por hipótese
    • Metrics Blueprint ao longo da jornada do usuário
    • 6. Produtos com IA: confiança, governança e responsabilidade
    • Uso responsável de IA em produtos digitais
    • Explicabilidade, transparência, auditoria e accountability
    • Privacidade, LGPD e confiança do usuário
    • Métricas de qualidade da IA quando aplicável: precisão, relevância, consistência e confiança

    Módulo 4.

    Direção e Arquitetura

    36H/A

    Arquitetura Corporativa e Soluções para Plataformas & IA
    • Arquitetura Corporativa aplicada à Engenharia de Software Moderna
    • Papel da Arquitetura Corporativa em modernização e escala
    • Arquitetura como instrumento de priorização , não documentação
    • Conectando negócio , tecnologia , dados , plataformas e IA
    • Capability-Based Planning e visão executável
    • Capabilities : core, diferenciadoras e suporte
    • Leitura AS-IS , lacunas e visão TO-BE
    • Tradução de capabilities em iniciativas e arquitetura
    • Arquitetura de Solução e padrões de decisão
    • Decomposição por domínios: aplicações, integrações e dados
    • Padrões: monólito modular , microservices , event-driven , API-first
    • ADRs : decisão, contexto, alternativas, trade-offs e impacto
    • Build vs Buy e efeitos no roadmap
    • Plataformas como produto e governança por guardrails
    • Visão de Platform Engineering na ótica de arquitetura
    • Paved roads , self-service , templates e service catalog
    • Guardrails: segurança , observabilidade , custos , padrões
    • Impactos arquiteturais de IA em soluções corporativas
    • Onde IA entra: RAG , agentes , tool use , integrações
    • Requisitos: privacidade , segurança , custos , observabilidade
    • Governança mínima viável: papéis, políticas e decisões
    • Roadmap arquitetural e execução em ondas
    • Roadmap em ondas: priorização , dependências e riscos
    • Gestão de exceções: padrões, desvios e governança
    • Conexão com delivery : times, fluxo e execução
    • Estudo de caso aplicado
    • Mini-case: capabilities, decisões, guardrails e roadmap
    • Defesa executiva: “ por que esta arquitetura” e “ qual trade-off assumimos”
    Domain-Driven Design (DDD)
    • Fundamentos e princípios do DDD
    • O problema que o DDD resolve: complexidade , mudança e desalinhamento com negócio
    • Conceitos: domínio , subdomínios (core, supporting, generic) e contexto
    • Linguagem Ubíqua como padrão de comunicação e redução de ambiguidade
    • Descoberta de domínio com Event Storming
    • Formatos: Big Picture e Design Level
    • Elementos: eventos , comandos , atores , políticas , hotspots
    • Identificação de cenários críticos, exceções e regras de negócio
    • Strategic DDD: limites e alinhamento com times
    • Bounded Context : definição e critérios de corte
    • Relacionamentos entre contextos: Shared Kernel , Customer/Supplier , Conformist , Anticorruption Layer
    • Context Map : visão do ecossistema e dependências
    • Conexão com organização: times por domínio vs times por camada (antipadrões)
    • Tactical DDD: padrão de implementação
    • Entidades , Value Objects , Aggregates e regras de consistência
    • Domain Services , Factories , Repositories
    • Domain Events e implicações arquiteturais
    • Como evitar: anemic domain model , agregados gigantes, regras espalhadas
    • DDD aplicado a arquitetura moderna
    • DDD em monólito modular e em microservices (quando faz sentido)
    • Integração entre contextos: API contracts , event-driven , choreography vs orchestration
    • Consistência: transações , sagas , outbox , idempotência (visão conceitual aplicada)
    • Observabilidade e rastreabilidade em fluxos distribuídos (o que medir e por quê)
    • Aplicação prática e defesa de decisões
    • Modelagem de um domínio real (ex.: pagamentos, pedidos, onboarding, atendimento)
    • Definição de contextos e justificativa por trade-offs
    • Definição de eventos e contratos de integração
    • Registro de 1 a 2 decisões em formato de ADR (leve e objetivo)

    Módulo 5.

    Construção de Software Moderno

    68H/A

    Back End Development
    • Hands-on em Microservices
    • Estrutura de microservice: limites, responsabilidades, padrões mínimos
    • Critérios: quando microservices fazem sentido vs monólito modular
    • Antipadrões: acoplamento via banco, chatty services, “microservices por hype”
    • Mensageria com Kafka e integração assíncrona
    • Fundamentos práticos de Kafka : tópicos, partições, grupos de consumo
    • Padrões: pub/sub , event-driven , idempotência, retry e dead-letter (visão aplicada)
    • Evolução: de ESB para eventos e streaming (trade-offs e riscos)
    • API Gateway para projetos N-tier e distribuídos
    • Papel do gateway: roteamento, autenticação, rate limit, versionamento
    • Contratos: padrões de erro, compatibilidade e governança mínima
    • APIs internas vs externas: segurança e exposição
    • Service Mesh e governança de tráfego
    • O que o mesh resolve: mTLS, retries, circuit breaker, observabilidade
    • Quando usar e quando é overengineering
    • Padrões para governança e padronização em ambientes multi-times
    • “SOA + Microservices” na prática: integração e evolução
    • Modernização: convivência entre legado SOA e novos serviços
    • Estratégias: strangler, façade, contrato, coexistência e migração incremental
    • Integração: sync vs async, orquestração vs coreografia (trade-offs)
    • Melhores práticas de Plataforma Nativa e Híbrida
    • Princípios cloud native : automação, escalabilidade, imutabilidade, configuração
    • Híbrido: latência, segurança, identidade, conectividade, observabilidade
    • Checklists: readiness de serviço para operar em plataforma
    • Camadas de produção: Resiliência, Observabilidade, Segurança e Testes
    • Resiliência: timeouts, retries, circuit breaker, rate limiting
    • Observabilidade: logs estruturados, métricas, tracing e correlação
    • Segurança: authn/authz, secrets, validação e hardening de API
    • Testes: unit, integração e contrato para APIs e eventos
    Engineering Software Development
    • Hands-on na Implementação de Design Patterns
    • Aplicação prática de Design Patterns para: escalabilidade , alta disponibilidade e resiliência
    • Padrões voltados para falhas: circuit breaker , timeout, retry e fallback (visão aplicada)
    • Estratégias de caching e “banco em memória” (quando usar e trade-offs)
    • Rastreabilidade e padrões de logging : logs estruturados, correlação, contexto
    • Antipadrões: excesso de pattern, complexidade acidental, “framework-driven design”
    • Desenvolvimento de aplicações estruturais com frameworks
    • Estruturação do projeto: camadas, módulos, responsabilidades e dependências
    • Boas práticas em frameworks: configuração, injeção de dependência, middlewares, exceptions
    • Padrões de arquitetura: clean architecture (visão pragmática), separação domínio/aplicação/infra
    • Construção de endpoints e serviços com foco em testabilidade e manutenibilidade
    • Arquitetura Serverless
    • Conceitos e quando faz sentido: eventos, funções, escalabilidade, custo e limites
    • Padrões de design em serverless: orquestração, idempotência, observabilidade e segurança
    • Trade-offs: cold start, lock-in, depuração e testes
    • Como integrar serverless em arquiteturas híbridas e com microservices
    • BDD, ATDD e TDD
    • Princípios e conceitos de BDD, ATDD e TDD : design, automação, testabilidade e regressão
    • TDD na prática: red-green-refactor, cobertura útil e testes como especificação
    • Onde aplicar testes automatizados no pipeline CI/CD para garantir agilidade (trade-offs e pragmatismo)
    • SDD (Spec-Driven Development)
    • Minimizar o tempo e esforço para validar uma ideia e gerar valor usando AI-Driven Development Lifecycle (AI-DDL)
    • SDD como disciplina de engenharia de prompts: features, modelos e desenvolvimento guiado por especificações
    • Uso de specs para validação automática do sistema, geração de testes a partir das especificações, validação contínua e integração com pipelines de CI/CD.
    • Como conectar SDD com quality gates , revisão e integração contínua durante os testes
    • Sonar (SonarQube/SonarCloud)
    • Qualidade estática: code smells, vulnerabilidades, duplicação e cobertura
    • Quality gates : critérios mínimos e como evitar “gaming” de métricas
    • Como usar Sonar para governar dívida técnica e evolução do código
    • Test A/B
    • Conceito e aplicação: hipóteses, métricas, segmentação e interpretação
    • Quando A/B faz sentido em engenharia: rollout controlado, feature flags e impacto
    • Integração com produto: decisão baseada em dados, risco e reversibilidade
    • Unit Test
    • Estrutura de testes unitários eficazes: legibilidade, isolamento e estabilidade
    • Test doubles: mocks, stubs, fakes e quando cada um é adequado
    • Antipadrões: teste frágil, acoplado e “teste que testa framework”
    • Processo de Debug
    • Debugging orientado a hipótese: reprodução, isolamento e evidência
    • Debug em sistemas distribuídos: logs, tracing, correlação e análise de causa raiz
    • Práticas para reduzir “debug eterno”: observabilidade mínima e tratamento de erro
    • Postura de engenharia: incidentes, learnings e prevenção por padrões
    Front End Engineering
    • Compreensão das arquiteturas e tecnologias modernas no desenvolvimento front-end
    • Visão de arquiteturas modernas: SPA , SSR/SSG (visão aplicada e quando usar)
    • Componentização e modularidade: responsabilidades e coesão
    • Organização do projeto: camadas, módulos e padrões de UI
    • Trade-offs: complexidade, performance, time-to-market e governança
    • Aplicação do Node.js e ReactJs
    • Estruturação de aplicação React: componentes, hooks, roteamento e estado
    • Boas práticas: padrões de pastas, tratamento de erros e consistência
    • Integração com APIs: contratos, paginação, cache e falhas
    • Ferramentas e pipeline: build, lint, formatação e qualidade mínima
    • Aplicações com Micro-Front-end e React Native para aplicações web e móveis escaláveis e eficientes
    • O que é micro-front-end e quando faz sentido (critério, não hype)
    • Estratégias: composição, integração, roteamento e isolamento
    • Governança e consistência: design system, padrões e versionamento
    • Introdução prática a React Native : componentes, navegação e consumo de APIs
    • Reuso de lógica e consistência de experiência entre web e mobile
    • Aplicação dos conceitos de Micro-Front-End para construção de aplicações modulares e desenvolvimento móvel com React Native
    • Modularização aplicada: boundaries, dependências e contratos internos
    • Estratégias de deploy e rollout por módulo (visão aplicada)
    • Integração segura e consistente: auth, sessão, storage e padrões
    • Padrões mobile: offline básico (visão), performance e UX responsiva
    • Camadas de engenharia que tornam o front “pronto para produção”
    • Qualidade : testes unitários e de integração (mínimo viável), revisão e padrões
    • Performance : boas práticas, bundles, lazy loading e métricas básicas
    • Segurança : riscos comuns no front, proteção de dados, tokens e hardening básico
    • Observabilidade : captura de erros, rastreabilidade e evidências para priorização

    Módulo 6.

    Plataformas, Segurança, Operação e Custo

    52H/A

    Secure SDLC e DevSecOps
    • Secure SDLC e Shift-left Security
    • Segurança no SDLC: requisitos, design, código, testes e deploy
    • Diferença entre “segurança no final” e segurança embarcada
    • Evidências mínimas: Definition of Done com segurança
    • Threat Modeling (hands-on)
    • Ativos, ameaças, vetores e mitigação (modelo leve e aplicável)
    • Saída prática: riscos priorizados + controles mínimos por fluxo
    • Conexão com decisões de arquitetura (ex.: API, dados, integrações)
    • OWASP Top 10 aplicado a APIs e aplicações web
    • Principais classes de risco e padrões de prevenção
    • Checklist prático: autenticação, autorização, validação, exposição de dados e configuração segura
    • Erros comuns e como evitar em ambientes modernos (front + back)
    • Controles em pipeline: SAST, SCA e Secrets Scanning
    • O que cada controle pega e quais limites
    • Política mínima: quando bloqueia build/PR, quando vira backlog, e como tratar exceções
    • Evidências e rastreabilidade de conformidade
    • Supply Chain Security e SBOM
    • Por que supply chain é risco real em software moderno
    • SBOM : finalidade, rastreabilidade e resposta rápida a vulnerabilidades
    • Política mínima de dependências: versões, proveniência e aprovação
    • Guardrails na plataforma (conexão com Platform Engineering)
    • Segurança como “padrão reutilizável”: templates, políticas e checklists
    • Guardrails mínimos: secrets, dependências, scanning e evidências
    • Como reduzir fricção: segurança invisível para o dev, mas auditável
    • DAST (visão rápida)
    • Onde entra, quando vale a pena, limitações e expectativa realista
    • Como encaixa no ciclo sem duplicar esforços
    Platform Engineering & DevOps Automation
    • Cultura DevOps
    • DevOps como sistema: colaboração, automação, feedback rápido e melhoria contínua
    • Diferença entre “fazer pipeline” e operar um sistema de entrega
    • Antipadrões: DevOps como time separado, automação sem governança, pipeline “frágil”
    • IaaS, PaaS e SaaS
    • Critérios práticos: time-to-market, lock-in, custo, operação, segurança e compliance
    • Quando priorizar PaaS/SaaS para reduzir carga operacional
    • Como IaaS entra quando precisa de controle fino e customização
    • Poder computacional com IaC
    • IaC como fundamento da plataforma: ambientes reproduzíveis e auditáveis
    • Ambientes: dev/test/prod, separação, variáveis e padrões
    • Práticas: versionamento, revisão, pipeline de infra e validação
    • Conceitos essenciais: state, drift, idempotência (visão aplicada)
    • GitHub Actions
    • Estrutura de pipelines: build, test, security checks (visão), deploy
    • Reuso: templates, actions compartilhadas, “padrões de esteira”
    • Estratégias de release: feature flags, canary (visão), rollback e rastreabilidade
    • Qualidade: gates mínimos e evidências
    • GitLab
    • Pipelines e stages: padronização e consistência
    • Reuso: includes, templates e padrões de projeto
    • Integração com IaC e deploy
    • Governança: approvals, policies e controles mínimos
    • Terraform através da automated infrastructure operation
    • Terraform na prática: módulos, variáveis, workspaces/ambientes (visão)
    • State management: remoto, lock, segurança e auditoria
    • Boas práticas: naming, tags, versionamento e padrões de módulo
    • Automated infrastructure: plan, review, apply, drift detection (visão aplicada)
    • Integração com pipelines (GitHub Actions/GitLab)
    SRE e Observabilidade
    • Fundamentos de SRE (visão aplicada)
    • O que é SRE e por que existe
    • Diferença entre “monitorar” e operar com foco em confiabilidade
    • Exemplos práticos de impacto de falhas na experiência e no negócio
    • SLIs, SLOs e SLAs (mínimo viável)
    • Definir SLI : o que medir
    • Definir SLO : qual meta faz sentido
    • Relação com SLA (visão geral)
    • Exemplos de SLOs comuns (latência, disponibilidade, erros)
    • Observabilidade: o básico que resolve 80%
    • Logs estruturados (o que registrar e como facilitar diagnóstico)
    • Métricas essenciais (latência, taxa de erro, throughput)
    • Noção de rastreabilidade/correlação (request id/trace id, visão conceitual)
    • Alertas bons vs alertas ruins (reduzir ruído)
    • Incident Management (processo mínimo)
    • Detecção, triagem, mitigação, comunicação e escalonamento
    • Runbook básico e checklist de resposta
    • Comunicação objetiva para stakeholders (impacto, status e próximos passos)
    • Postmortem e melhoria contínua
    • Postmortem sem culpa: causa, fatores contribuintes e ações
    • Ações corretivas: prevenção e redução de recorrência
    • Métrica básica: MTTR e recorrência de incidentes
    • Oficina prática orientada (hands-on leve)
    • Definir um conjunto simples de SLIs/SLOs para um serviço/cenário
    • Montar um painel mínimo de métricas e regras de alerta (conceitual ou ferramenta simples)
    • Simulação curta de incidente + postmortem de 1 página

    Módulo 7.

    AI Native Engineering

    52H/A

    AI Core Concepts: GenAI e IA Tradicional
    • IA Clássica (discriminativa)
    • Aprendizagem supervisionada , não supervisionada e por reforço .
    • IA Generativa e fundamentos
    • Foundation models, deep learning e transformers.
    • Panorama de modelos no mercado
    • Modelos como GPT , Gemini e Llama
    • NLP tradicional vs ecossistema de LLMs
    • NLP tradicional , LLMs e ecossistema generativo.
    • Prompting, Fine-tuning e RAG
    • Prompt engineering , fine-tuning e Retrieval-Augmented Generation (RAG) .
    • Quando usar prompting vs RAG vs fine-tuning (trade-offs de custo , qualidade e risco )
    • Ciclo de vida de modelos fundacionais
    • Pré-treinamento, ajuste fino , alinhamento (RLHF) e deployment (visão aplicada).
    • Hands-on orientado em GenAI (Poc didática de RAG)
    • prompting na prática (clareza, contexto, restrições, formatação de saída, critérios de aceite)
    • RAG básico (ingestão de pequenas fontes, busca, contexto, resposta com referências, comparação com baseline sem RAG)
    • avaliação simples de qualidade e riscos: alucinação , segurança , privacidade , custo e latência (o mínimo para engenharia)
    Engenharia de Software 2.0: AI-Assisted Development
    • Fundamentos mínimos de AI-assisted development (contexto e limites)
    • Onde a IA ajuda no SDLC e onde ela atrapalha
    • Boas práticas de prompt para engenharia: contexto, restrições, formato de saída e critérios
    • Limites e riscos: dados sensíveis, segredos, código crítico e validação obrigatória
    • Hands-on 1: Test Generation (o que mais gera ROI)
    • Geração de unit tests com IA: estrutura, nomes, cenários e bordas
    • Como evitar testes frágeis e “falsos verdes”
    • Critérios mínimos: asserts úteis, isolamento, legibilidade e intenção do teste
    • Ajuste fino: quando reescrever manualmente vs orientar a IA
    • Hands-on 2: Refatoração assistida com controle
    • Refatoração guiada por objetivos: legibilidade, coesão, acoplamento e responsabilidade
    • Estratégia segura: pequenos passos, validação contínua, proteção por testes
    • Antipadrões comuns: refactor grande, mudança sem objetivo, regressão silenciosa
    • Hands-on 3: Code Review assistido + PR Quality Checklist
    • Revisão assistida por IA com checklist: qualidade, design, segurança, performance e testabilidade
    • Padronização de PR: descrição, evidências, riscos, testes e impacto
    • Uso de IA para sugerir melhorias sem quebrar padrões do time
    • Padrões finais de time: DoD, critérios de aceite e governança mínima
    • Definition of Done mínimo para times que usam IA
    • Critérios de aceite e evidências (testes, logs, impacto, riscos)
    • Regras simples: quando usar , quando não usar , e como justificar por criticidade e risco
    AI Agents Engineering
    • Arquitetura de agentes inteligentes
    • Componentes do agente: objetivo, contexto, memória, ferramentas e executor
    • Tipos de memória: curta vs longa (visão aplicada)
    • Planejamento e execução: decomposição de tarefas e iteração
    • Limites e riscos: alucinação, dependência de ferramenta, ações não intencionais
    • LangChain e frameworks de orquestração
    • Função de frameworks: chains, tools, routers, memory e agentes
    • Critérios de escolha: flexibilidade, observabilidade, custo e lock-in
    • Boas práticas: modularidade, versionamento de prompts e reuso de componentes
    • Integração com APIs externas, Vector DB e RAG
    • Tool use: chamadas a APIs com validação de entrada/saída
    • Vector DB : embeddings, indexação e estratégia de recuperação (visão aplicada)
    • RAG : ingestão, chunking, retrieval, grounding e resposta com referências
    • Confiabilidade: timeouts, retries, idempotência, fallback e controle de erros
    • Segurança na integração: secrets, escopos, permissões e auditoria de chamadas
    • Multi-Agents Systems: colaboração entre agentes
    • Papéis e responsabilidades: planner, executor, critic, retriever, supervisor
    • Padrões de coordenação: supervisor, swarms, delegation, consensus (visão aplicada)
    • Gestão de conflitos, loops e escalonamento para humano ( human-in-the-loop )
    • Observabilidade de interações entre agentes: rastreabilidade e logs de decisões
    • Padrões de Arquitetura de IA (Agents Patterns)
    • Single agent com tools
    • Planner-Executor
    • Supervisor e roteamento
    • Retrieval-augmented agent (RAG + tools)
    • Agentic workflows (quando agente é necessário vs quando workflow basta)
    • Hands-on: criação de agentes para automação de tarefas reais
    • Implementação de agente com tools (APIs) e/ou RAG
    • Tratamento de erros e comportamento seguro (regras e limites)
    • Demonstração do fluxo ponta a ponta
    • Ética, segurança e governança em agentes de IA
    • Riscos específicos de agentes: ações indevidas, privilege escalation, vazamento, prompt injection
    • Guardrails: políticas, filtros, validação, aprovação humana e logging
    • Governança mínima viável: papéis, responsabilidades, trilha de auditoria e padrões
    • Critérios para colocar agente em produção: limites, fallback, rollback e monitoramento

    Módulo 8.

    Síntese e Posicionamento

    4H/A

    Workshop de encerramento
    • Revisão integrada das trilhas do MBA
    • Discussão orientada sobre decisões reais de engenharia: trade-offs , riscos e escolhas
    • Síntese de aprendizados, erros, acertos e boas práticas aplicáveis no dia a dia
    • Posicionamento do aluno como referência em Arquitetura , Plataformas e IA

    Módulo 9.

    Startup One

    30H/A

    • Ecossistema Empreendedor
    • Intraempreendedorismo
    • Inovação
    • Open Innovation
    • Ideias e Oportunidades
    • Business Canvas – BMG
    • Prototipação e Design Thinking
    • Análise Financeira
    • Economia Criativa
    • Técnicas de Pitch
    • Cases de Sucesso do Cenário Nacional e Global

    Módulo 10.

    Advanced Skills Certification

    60H/A

    AI & Strategic Management
    • Use sistemas inteligentes para criar planejamentos estratégicos com insights valiosos e decisões precisas. Aprenda a aplicar ferramentas que evoluem com o mercado, potencializando resultados e criando vantagem competitiva real.
    AI for Project Management
    • Integre inteligência artificial e agilidade para otimizar processos, antecipar riscos e elevar a performance dos seus times. Tenha uma experiência prática com ferramentas que tornam a gestão mais eficiente e os resultados mais previsíveis.
    Idea to Enterprise: Business Design
    • Aprenda metodologias de Business Design para desenvolver modelos de negócio adaptáveis e sustentáveis. Uma experiência prática para construir o novo, com competências exclusivas e visão de futuro.
    Leadership Communication & Corporate Negotiation
    • Desenvolva uma presença estratégica, poder de influência e técnicas avançadas para negociações complexas. Uma transformação na sua forma de liderar, com habilidades alinhadas aos desafios corporativos atuais.

    MBA Híbrido

    módulos do formato híbrido

    Módulo 1.

    Onboarding e Síntese

    4H/A

    Workshop de abertura
    • Visão geral do MBA e suas trilhas
    • O que é (e o que não é) Engenharia de Software Moderna
    • Não é “curso de linguagem do zero”
    • É formação para atuar com arquitetura , plataformas , qualidade , segurança , dados e IA
    • Jornada do aluno: do entendimento técnico à entrega com impacto
    • Critérios de engajamento : participação, atividades, trabalhos e postura esperada
    • Dinâmica de integração da turma
    • perfil, objetivos, desafios atuais, áreas de interesse dentro das trilhas

    Módulo 2.

    Horizonte e Impacto

    8H/A

    AI, Sociedades do Futuro: Dessincronização e Regeneração, da Futurofobia à Futurotopia
    • Strategic Futures & Foresight e desafios globais (Millennium Project)
    • Mundo exponencial, prevalência tecnológica e cenários VUCA/BANI
    • Antifragilidade e eventos extremos: cisnes e rinocerontes cinza, entre outros
    • Mentalidade de futuros: enquadrar desafios, identificar mudanças e ler sinais
    • Métodos e ferramentas de prospecção e imaginação de futuros alternativos e regenerativos
    • Mindset digital, Darwinismo Digital e mundo Tech & Touch
    • Revoluções tecnológicas e cognitivas, utopias e distopias: retrotopia, futurofobia e futurotopias
    • Ética, transparência, responsabilidade social, regulações e anomias
    • Reflexões contemporâneas: tecnofeudalismo, fascismo digital, colonialismo de dados e dilemas humanos
    • Nota de enquadramento
    • A proposta é pensar e ampliar o ciclo cognitivo: não é “converter” ninguém, nem fechar resposta definitiva. O foco está em leitura crítica e navegação em complexidade para discussão de cenários e futuros preferíveis.

    Módulo 3.

    Operating System da Engenharia

    48H/A

    Delivery System: Agilidade Prática para Times de Engenharia
    • Nivelamento rápido: fundamentos que realmente importam
    • O que é ser ágil na prática (e o que não é)
    • Backlog, priorização e critérios: DoR/DoD (visão aplicada)
    • Papéis, cadência e cerimônias: o mínimo que dá previsibilidade
    • Antipadrões: go horse , “Scrum de fachada”, excesso de urgência, falta de decisão
    • Agilidade aplicada a engenharia de software
    • Integração entre entrega e engenharia: qualidade, dívida técnica e dependências
    • Como agilidade quebra quando não existe padrão de engenharia
    • “Stop the line” e como evitar retrabalho como cultura
    • Delivery System: fluxo e previsibilidade
    • Conceitos práticos: WIP , filas, gargalos, handoffs
    • Métricas simples de fluxo: lead time , cycle time , throughput (visão aplicada)
    • Como reduzir variabilidade e aumentar previsibilidade com ações simples
    • Planejamento realista em ambientes complexos
    • Planejamento por capacidade e por fluxo (sem prometer o impossível)
    • Forecasting leve usando histórico (quando existir)
    • Como lidar com urgências: classes de serviço e políticas explícitas
    • Governança mínima e métricas para gestão
    • Rituais que geram valor: review, retro, alinhamento com stakeholders
    • Gestão de riscos e transparência
    • Painel simples: entrega + qualidade + estabilidade (o mínimo viável)
    • Caso aplicado (hands-on)
    • Diagnóstico de um time “go horse” em cenário real
    • Redesenho do fluxo, cadência, políticas e painel de métricas
    • Apresentação curta: decisão, trade-offs e plano de melhoria
    Engineering Excellence: Qualidade, Métricas e Dívida Técnica
    • Excelência em Engenharia na prática
    • O que é Engineering Excellence em 2026: foco em entrega , qualidade , custo e sustentabilidade
    • Antipadrões comuns: “feature factory”, “qualidade como fase”, “métrica de esforço como performance”
    • Qualidade como sistema, não como etapa
    • Definition of Done e padrões mínimos: código , testes , segurança , observabilidade
    • Quality gates em pipeline: lint , static analysis , coverage útil, vulnerabilities , build breakers
    • Refatoração contínua como prática de time
    • Estratégia de testes e automação orientada a risco
    • Pirâmide de testes: unit , integration , contract , E2E
    • Testabilidade como critério de design
    • Flaky tests e como evitar “falsos vermelhos”
    • Testes para APIs , eventos , integrações e cenários críticos
    • Métricas que importam para engenharia e produto
    • Métricas de fluxo: lead time , cycle time , throughput , WIP
    • Métricas de qualidade: defeitos , retrabalho , escapes , MTTR
    • Métricas de entrega e performance do sistema: DORA (visão gerencial e técnica)
    • Métricas que enganam: “% ocupado”, “quantidade de story points”, “function points como produtividade”
    • Dívida técnica como portfólio e governança
    • O que é dívida técnica : código , arquitetura , dados , infra , processo
    • Como tornar a dívida visível: Debt Register , tags, ownership e critérios
    • Priorização por impacto , risco , custo de atraso e dependências
    • Estratégias: refactor , rewrite parcial , strangler , modularização , depreciação
    • Operating model de engenharia
    • Rotinas de qualidade: code review efetivo, pairing quando necessário, “stop the line”
    • Governança técnica: padrões , exceções , arquitetura leve e decisões registradas ( ADRs )
    • Como reportar para liderança: narrativa de trade-off e evolução por indicadores
    Gestão de Produtos Digitais para Engenharia, Plataformas e IA
    • 4. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
    • 1. Contexto de mercado, tese de valor e papel do produto digital
    • Transformação digital, software, plataformas, automação e IA
    • Panorama de produtos digitais e padrões de geração de valor
    • Produto como mecanismo de diferenciação competitiva
    • Papel estratégico do Product Manager e integração com engenharia, dados e negócio
    • 2. Discovery contínuo, formulação de oportunidades e direcionamento do produto
    • Problema, dor, contexto e hipótese de valor
    • Discovery contínuo e validação de oportunidades
    • Outcome vs output
    • Tese de produto, critérios de sucesso e aprendizado validado
    • Critérios de priorização orientados a valor, risco, viabilidade e dependências
    • Relação entre discovery, backlog, roadmap e capacidade de execução
    • 3. Produto, software, dados e IA: decisões técnicas que moldam o produto
    • Machine Learning como motor de produtos digitais
    • Quando faz sentido usar IA, ML, automação ou software tradicional
    • Impacto de decisões arquiteturais no produto
    • Custos técnicos, manutenção, escalabilidade e sustentabilidade da solução
    • Dependência de sistemas legados e integração entre sistemas
    • Capacidades de dados e engenharia como base para evolução do produto
    • Riscos, restrições e viabilidade técnica na tomada de decisão
    • 4. Frameworks e artefatos de gestão de produtos digitais
    • PRD no contexto de produtos digitais
    • Service Blueprint e jornada ponta a ponta
    • Product Operating Model e interfaces entre produto, design e engenharia
    • Produto como sistema: pessoas, processos, tecnologia, serviços e governança
    • 5. Métricas, impacto e experimentação
    • Métricas de adoção, ativação, retenção, conversão e sucesso da tarefa
    • Métricas de impacto no negócio e time-to-value
    • Métricas de interface entre produto e engenharia: lead time, cycle time, deploy frequency e change failure rate
    • Limitações das métricas tradicionais em produtos digitais
    • Testes A/B, Champion/Challenger, pilotos e experimentos orientados por hipótese
    • Metrics Blueprint ao longo da jornada do usuário
    • 6. Produtos com IA: confiança, governança e responsabilidade
    • Uso responsável de IA em produtos digitais
    • Explicabilidade, transparência, auditoria e accountability
    • Privacidade, LGPD e confiança do usuário
    • Métricas de qualidade da IA quando aplicável: precisão, relevância, consistência e confiança

    Módulo 4.

    Direção e Arquitetura

    52H/A

    Business Architecture e Value Streams
    • Modelo de negócio e proposta de valor
    • Elaboração do modelo de negócio e definição da proposta de valor
    • Tradução da proposta de valor em capacidades e jornadas (o que precisa existir para entregar valor)
    • Governança nas Capacidades de Negócio
    • Conceito e estrutura de Business Capabilities
    • Governança de capabilities: owners , critérios de evolução, dependências e rastreabilidade
    • Uso de heatmap para priorizar evolução tecnológica por capacidade
    • Geração de valor com Value Streams
    • Definição e desenho de Value Stream ponta a ponta
    • Identificação de gargalos: handoffs , espera , retrabalho , fila , variação
    • Priorização de melhorias com base em impacto e esforço (valor gerado vs custo de mudança)
    • Cenários de negócio e indicadores de desempenho
    • Definição de cenários de negócio e eventos que disparam processos (happy path e exceções)
    • Definição de KPIs e indicadores de desempenho orientados a resultado
    • Conexão entre KPIs e decisões de roadmap (o que medir para decidir melhor)
    • Regulação e compliance na operação do negócio
    • Avaliação de requisitos de regulação , compliance e controles mínimos
    • Impactos de compliance no desenho do processo e na arquitetura da solução
    • Riscos típicos: segurança , privacidade , trilha de auditoria, segregação de função
    • Organização, papéis e responsabilidades
    • Organização horizontal vs vertical e impactos no fluxo de valor
    • Organização orientada por projetos vs orientada por produto/plataforma
    • Definição de papéis e responsabilidades para execução ponta a ponta e governança
    • Aplicação prática orientada à Engenharia de Software
    • Como capabilities e value streams orientam decisões de Arquitetura , Plataformas e Dados/IA
    • Oficina: capability map simplificado + value stream + KPIs + papéis e responsabilidades
    • Construção de uma narrativa executiva: “ o que priorizar e por quê ”
    Arquitetura Corporativa e Soluções para Plataformas & IA
    • Arquitetura Corporativa aplicada à Engenharia de Software Moderna
    • Papel da Arquitetura Corporativa em modernização e escala
    • Arquitetura como instrumento de priorização , não documentação
    • Conectando negócio , tecnologia , dados , plataformas e IA
    • Capability-Based Planning e visão executável
    • Capabilities : core, diferenciadoras e suporte
    • Leitura AS-IS , lacunas e visão TO-BE
    • Tradução de capabilities em iniciativas e arquitetura
    • Arquitetura de Solução e padrões de decisão
    • Decomposição por domínios: aplicações, integrações e dados
    • Padrões: monólito modular , microservices , event-driven , API-first
    • ADRs : decisão, contexto, alternativas, trade-offs e impacto
    • Build vs Buy e efeitos no roadmap
    • Plataformas como produto e governança por guardrails
    • Visão de Platform Engineering na ótica de arquitetura
    • Paved roads , self-service , templates e service catalog
    • Guardrails: segurança , observabilidade , custos , padrões
    • Impactos arquiteturais de IA em soluções corporativas
    • Onde IA entra: RAG , agentes , tool use , integrações
    • Requisitos: privacidade , segurança , custos , observabilidade
    • Governança mínima viável: papéis, políticas e decisões
    • Roadmap arquitetural e execução em ondas
    • Roadmap em ondas: priorização , dependências e riscos
    • Gestão de exceções: padrões, desvios e governança
    • Conexão com delivery : times, fluxo e execução
    • Estudo de caso aplicado
    • Mini-case: capabilities, decisões, guardrails e roadmap
    • Defesa executiva: “ por que esta arquitetura” e “ qual trade-off assumimos”
    Domain-Driven Design (DDD)
    • Fundamentos e princípios do DDD
    • O problema que o DDD resolve: complexidade , mudança e desalinhamento com negócio
    • Conceitos: domínio , subdomínios (core, supporting, generic) e contexto
    • Linguagem Ubíqua como padrão de comunicação e redução de ambiguidade
    • Descoberta de domínio com Event Storming
    • Formatos: Big Picture e Design Level
    • Elementos: eventos , comandos , atores , políticas , hotspots
    • Identificação de cenários críticos, exceções e regras de negócio
    • Strategic DDD: limites e alinhamento com times
    • Bounded Context : definição e critérios de corte
    • Relacionamentos entre contextos: Shared Kernel , Customer/Supplier , Conformist , Anticorruption Layer
    • Context Map : visão do ecossistema e dependências
    • Conexão com organização: times por domínio vs times por camada (antipadrões)
    • Tactical DDD: padrão de implementação
    • Entidades , Value Objects , Aggregates e regras de consistência
    • Domain Services , Factories , Repositories
    • Domain Events e implicações arquiteturais
    • Como evitar: anemic domain model , agregados gigantes, regras espalhadas
    • DDD aplicado a arquitetura moderna
    • DDD em monólito modular e em microservices (quando faz sentido)
    • Integração entre contextos: API contracts , event-driven , choreography vs orchestration
    • Consistência: transações , sagas , outbox , idempotência (visão conceitual aplicada)
    • Observabilidade e rastreabilidade em fluxos distribuídos (o que medir e por quê)
    • Aplicação prática e defesa de decisões
    • Modelagem de um domínio real (ex.: pagamentos, pedidos, onboarding, atendimento)
    • Definição de contextos e justificativa por trade-offs
    • Definição de eventos e contratos de integração
    • Registro de 1 a 2 decisões em formato de ADR (leve e objetivo)

    Módulo 5.

    Construção de Software Moderno

    68H/A

    Back End Development
    • Hands-on em Microservices
    • Estrutura de microservice: limites, responsabilidades, padrões mínimos
    • Critérios: quando microservices fazem sentido vs monólito modular
    • Antipadrões: acoplamento via banco, chatty services, “microservices por hype”
    • Mensageria com Kafka e integração assíncrona
    • Fundamentos práticos de Kafka : tópicos, partições, grupos de consumo
    • Padrões: pub/sub , event-driven , idempotência, retry e dead-letter (visão aplicada)
    • Evolução: de ESB para eventos e streaming (trade-offs e riscos)
    • API Gateway para projetos N-tier e distribuídos
    • Papel do gateway: roteamento, autenticação, rate limit, versionamento
    • Contratos: padrões de erro, compatibilidade e governança mínima
    • APIs internas vs externas: segurança e exposição
    • Service Mesh e governança de tráfego
    • O que o mesh resolve: mTLS, retries, circuit breaker, observabilidade
    • Quando usar e quando é overengineering
    • Padrões para governança e padronização em ambientes multi-times
    • “SOA + Microservices” na prática: integração e evolução
    • Modernização: convivência entre legado SOA e novos serviços
    • Estratégias: strangler, façade, contrato, coexistência e migração incremental
    • Integração: sync vs async, orquestração vs coreografia (trade-offs)
    • Melhores práticas de Plataforma Nativa e Híbrida
    • Princípios cloud native : automação, escalabilidade, imutabilidade, configuração
    • Híbrido: latência, segurança, identidade, conectividade, observabilidade
    • Checklists: readiness de serviço para operar em plataforma
    • Camadas de produção: Resiliência, Observabilidade, Segurança e Testes
    • Resiliência: timeouts, retries, circuit breaker, rate limiting
    • Observabilidade: logs estruturados, métricas, tracing e correlação
    • Segurança: authn/authz, secrets, validação e hardening de API
    • Testes: unit, integração e contrato para APIs e eventos
    Engineering Software Development
    • Hands-on na Implementação de Design Patterns
    • Aplicação prática de Design Patterns para: escalabilidade , alta disponibilidade e resiliência
    • Padrões voltados para falhas: circuit breaker , timeout, retry e fallback (visão aplicada)
    • Estratégias de caching e “banco em memória” (quando usar e trade-offs)
    • Rastreabilidade e padrões de logging : logs estruturados, correlação, contexto
    • Antipadrões: excesso de pattern, complexidade acidental, “framework-driven design”
    • Desenvolvimento de aplicações estruturais com frameworks
    • Estruturação do projeto: camadas, módulos, responsabilidades e dependências
    • Boas práticas em frameworks: configuração, injeção de dependência, middlewares, exceptions
    • Padrões de arquitetura: clean architecture (visão pragmática), separação domínio/aplicação/infra
    • Construção de endpoints e serviços com foco em testabilidade e manutenibilidade
    • Arquitetura Serverless
    • Conceitos e quando faz sentido: eventos, funções, escalabilidade, custo e limites
    • Padrões de design em serverless: orquestração, idempotência, observabilidade e segurança
    • Trade-offs: cold start, lock-in, depuração e testes
    • Como integrar serverless em arquiteturas híbridas e com microservices
    • BDD, ATDD e TDD
    • Princípios e conceitos de BDD, ATDD e TDD : design, automação, testabilidade e regressão
    • TDD na prática: red-green-refactor, cobertura útil e testes como especificação
    • Onde aplicar testes automatizados no pipeline CI/CD para garantir agilidade (trade-offs e pragmatismo)
    • SDD (Spec-Driven Development)
    • Minimizar o tempo e esforço para validar uma ideia e gerar valor usando AI-Driven Development Lifecycle (AI-DDL)
    • SDD como disciplina de engenharia de prompts: features, modelos e desenvolvimento guiado por especificações
    • Uso de specs para validação automática do sistema, geração de testes a partir das especificações, validação contínua e integração com pipelines de CI/CD.
    • Como conectar SDD com quality gates , revisão e integração contínua durante os testes
    • Sonar (SonarQube/SonarCloud)
    • Qualidade estática: code smells, vulnerabilidades, duplicação e cobertura
    • Quality gates : critérios mínimos e como evitar “gaming” de métricas
    • Como usar Sonar para governar dívida técnica e evolução do código
    • Test A/B
    • Conceito e aplicação: hipóteses, métricas, segmentação e interpretação
    • Quando A/B faz sentido em engenharia: rollout controlado, feature flags e impacto
    • Integração com produto: decisão baseada em dados, risco e reversibilidade
    • Unit Test
    • Estrutura de testes unitários eficazes: legibilidade, isolamento e estabilidade
    • Test doubles: mocks, stubs, fakes e quando cada um é adequado
    • Antipadrões: teste frágil, acoplado e “teste que testa framework”
    • Processo de Debug
    • Debugging orientado a hipótese: reprodução, isolamento e evidência
    • Debug em sistemas distribuídos: logs, tracing, correlação e análise de causa raiz
    • Práticas para reduzir “debug eterno”: observabilidade mínima e tratamento de erro
    • Postura de engenharia: incidentes, learnings e prevenção por padrões
    Front End Engineering
    • Compreensão das arquiteturas e tecnologias modernas no desenvolvimento front-end
    • Visão de arquiteturas modernas: SPA , SSR/SSG (visão aplicada e quando usar)
    • Componentização e modularidade: responsabilidades e coesão
    • Organização do projeto: camadas, módulos e padrões de UI
    • Trade-offs: complexidade, performance, time-to-market e governança
    • Aplicação do Node.js e ReactJs
    • Estruturação de aplicação React: componentes, hooks, roteamento e estado
    • Boas práticas: padrões de pastas, tratamento de erros e consistência
    • Integração com APIs: contratos, paginação, cache e falhas
    • Ferramentas e pipeline: build, lint, formatação e qualidade mínima
    • Aplicações com Micro-Front-end e React Native para aplicações web e móveis escaláveis e eficientes
    • O que é micro-front-end e quando faz sentido (critério, não hype)
    • Estratégias: composição, integração, roteamento e isolamento
    • Governança e consistência: design system, padrões e versionamento
    • Introdução prática a React Native : componentes, navegação e consumo de APIs
    • Reuso de lógica e consistência de experiência entre web e mobile
    • Aplicação dos conceitos de Micro-Front-End para construção de aplicações modulares e desenvolvimento móvel com React Native
    • Modularização aplicada: boundaries, dependências e contratos internos
    • Estratégias de deploy e rollout por módulo (visão aplicada)
    • Integração segura e consistente: auth, sessão, storage e padrões
    • Padrões mobile: offline básico (visão), performance e UX responsiva
    • Camadas de engenharia que tornam o front “pronto para produção”
    • Qualidade : testes unitários e de integração (mínimo viável), revisão e padrões
    • Performance : boas práticas, bundles, lazy loading e métricas básicas
    • Segurança : riscos comuns no front, proteção de dados, tokens e hardening básico
    • Observabilidade : captura de erros, rastreabilidade e evidências para priorização

    Módulo 6.

    Plataformas, Segurança, Operação e Custo

    68H/A

    Secure SDLC e DevSecOps
    • Secure SDLC e Shift-left Security
    • Segurança no SDLC: requisitos, design, código, testes e deploy
    • Diferença entre “segurança no final” e segurança embarcada
    • Evidências mínimas: Definition of Done com segurança
    • Threat Modeling (hands-on)
    • Ativos, ameaças, vetores e mitigação (modelo leve e aplicável)
    • Saída prática: riscos priorizados + controles mínimos por fluxo
    • Conexão com decisões de arquitetura (ex.: API, dados, integrações)
    • OWASP Top 10 aplicado a APIs e aplicações web
    • Principais classes de risco e padrões de prevenção
    • Checklist prático: autenticação, autorização, validação, exposição de dados e configuração segura
    • Erros comuns e como evitar em ambientes modernos (front + back)
    • Controles em pipeline: SAST, SCA e Secrets Scanning
    • O que cada controle pega e quais limites
    • Política mínima: quando bloqueia build/PR, quando vira backlog, e como tratar exceções
    • Evidências e rastreabilidade de conformidade
    • Supply Chain Security e SBOM
    • Por que supply chain é risco real em software moderno
    • SBOM : finalidade, rastreabilidade e resposta rápida a vulnerabilidades
    • Política mínima de dependências: versões, proveniência e aprovação
    • Guardrails na plataforma (conexão com Platform Engineering)
    • Segurança como “padrão reutilizável”: templates, políticas e checklists
    • Guardrails mínimos: secrets, dependências, scanning e evidências
    • Como reduzir fricção: segurança invisível para o dev, mas auditável
    • DAST (visão rápida)
    • Onde entra, quando vale a pena, limitações e expectativa realista
    • Como encaixa no ciclo sem duplicar esforços
    FinOps e Cloud Economics
    • Fundamentos de FinOps
    • O que é FinOps e por que existe
    • Princípios: visibilidade, ownership, colaboração e melhoria contínua
    • Papéis e responsabilidades: engenharia, finanças, produto e operações
    • Cloud Economics: de onde vem o custo
    • Componentes de custo: compute , storage , network/egress , banco gerenciado, observabilidade, licenças
    • Custos fixos vs variáveis e como escalam com uso
    • “Custo invisível”: logs, tráfego, redundância, ambientes esquecidos
    • Custo como trade-off de arquitetura
    • Decisões comuns e impactos de custo:
    • escalabilidade vs custo
    • alta disponibilidade vs custo
    • microservices/event-driven vs custo operacional
    • observabilidade e retenção vs custo
    • Como evitar “arquitetura linda e cara demais”
    • Visibilidade e organização mínima
    • Tagging e padrões mínimos (owner, produto, ambiente, centro de custo)
    • Agrupamento de custos por serviço/produto (visão prática)
    • Conceitos de showback e chargeback (visão)
    • Alavancas práticas de otimização (padrões)
    • Right-sizing, autoscaling e desligamento de ociosidade
    • Storage tiers, retenção e lifecycle
    • Cache, compressão e redução de tráfego
    • Reservas/commitment (visão) e quando faz sentido
    • “Pareto de custo”: atacar os 20% que geram 80% do gasto
    • Governança leve de custos (mínimo viável)
    • Budgets e alertas: thresholds e rotinas
    • Revisão mensal: top drivers, variações e ações
    • Políticas simples: ambientes, retenção, limites de logs e padrões de recursos
    • Oficina prática orientada (hands-on leve)
    • Analisar um cenário de custos (exemplo simplificado) e identificar top drivers
    • Definir 5 tags padrão e um modelo de ownership
    • Propor 3 ações de otimização com trade-offs claros
    • Montar um “mini painel” conceitual: custo por serviço/ambiente + tendência
    Platform Engineering & DevOps Automation
    • Cultura DevOps
    • DevOps como sistema: colaboração, automação, feedback rápido e melhoria contínua
    • Diferença entre “fazer pipeline” e operar um sistema de entrega
    • Antipadrões: DevOps como time separado, automação sem governança, pipeline “frágil”
    • IaaS, PaaS e SaaS
    • Critérios práticos: time-to-market, lock-in, custo, operação, segurança e compliance
    • Quando priorizar PaaS/SaaS para reduzir carga operacional
    • Como IaaS entra quando precisa de controle fino e customização
    • Poder computacional com IaC
    • IaC como fundamento da plataforma: ambientes reproduzíveis e auditáveis
    • Ambientes: dev/test/prod, separação, variáveis e padrões
    • Práticas: versionamento, revisão, pipeline de infra e validação
    • Conceitos essenciais: state, drift, idempotência (visão aplicada)
    • GitHub Actions
    • Estrutura de pipelines: build, test, security checks (visão), deploy
    • Reuso: templates, actions compartilhadas, “padrões de esteira”
    • Estratégias de release: feature flags, canary (visão), rollback e rastreabilidade
    • Qualidade: gates mínimos e evidências
    • GitLab
    • Pipelines e stages: padronização e consistência
    • Reuso: includes, templates e padrões de projeto
    • Integração com IaC e deploy
    • Governança: approvals, policies e controles mínimos
    • Terraform através da automated infrastructure operation
    • Terraform na prática: módulos, variáveis, workspaces/ambientes (visão)
    • State management: remoto, lock, segurança e auditoria
    • Boas práticas: naming, tags, versionamento e padrões de módulo
    • Automated infrastructure: plan, review, apply, drift detection (visão aplicada)
    • Integração com pipelines (GitHub Actions/GitLab)
    SRE e Observabilidade
    • Fundamentos de SRE (visão aplicada)
    • O que é SRE e por que existe
    • Diferença entre “monitorar” e operar com foco em confiabilidade
    • Exemplos práticos de impacto de falhas na experiência e no negócio
    • SLIs, SLOs e SLAs (mínimo viável)
    • Definir SLI : o que medir
    • Definir SLO : qual meta faz sentido
    • Relação com SLA (visão geral)
    • Exemplos de SLOs comuns (latência, disponibilidade, erros)
    • Observabilidade: o básico que resolve 80%
    • Logs estruturados (o que registrar e como facilitar diagnóstico)
    • Métricas essenciais (latência, taxa de erro, throughput)
    • Noção de rastreabilidade/correlação (request id/trace id, visão conceitual)
    • Alertas bons vs alertas ruins (reduzir ruído)
    • Incident Management (processo mínimo)
    • Detecção, triagem, mitigação, comunicação e escalonamento
    • Runbook básico e checklist de resposta
    • Comunicação objetiva para stakeholders (impacto, status e próximos passos)
    • Postmortem e melhoria contínua
    • Postmortem sem culpa: causa, fatores contribuintes e ações
    • Ações corretivas: prevenção e redução de recorrência
    • Métrica básica: MTTR e recorrência de incidentes
    • Oficina prática orientada (hands-on leve)
    • Definir um conjunto simples de SLIs/SLOs para um serviço/cenário
    • Montar um painel mínimo de métricas e regras de alerta (conceitual ou ferramenta simples)
    • Simulação curta de incidente + postmortem de 1 página

    Módulo 7.

    Dados em Escala

    20H/A

    Data Engineering: Stream e Lakehouse
    • Data LakeHouse e Plataformas de Dados
    • Conceito de Lakehouse e suas diferenças vs data lake e data warehouse
    • Arquitetura por camadas (bronze, silver, gold) e padrões de organização
    • Plataformas de dados: ingestão, armazenamento, transformação, catálogo e consumo
    • Trade-offs: custo , latência , governança, performance e complexidade
    • Boas práticas para consumo por analytics e por iniciativas de IA
    • Bancos de Dados NoSQL (MongoDB, Cassandra)
    • Casos típicos: alta escala, baixa latência, flexibilidade de schema, eventos
    • Diferenças práticas: document (MongoDB) vs wide-column (Cassandra)
    • Modelagem orientada a acesso e padrões de consulta
    • Trade-offs: consistência, particionamento, disponibilidade e custo operacional
    • Integração de NoSQL com pipelines e camadas do Lakehouse
    • Stream Processing Pipelines
    • Conceito de pipeline streaming e “near real time”
    • Eventos, janelas e reprocessamento (visão aplicada)
    • Idempotência, duplicidade, ordenação e estratégias de correção
    • Monitoramento de latência e backlog (sinais operacionais essenciais)
    • Quando streaming faz sentido vs batch (trade-offs claros)
    • Construção de Data Pipelines
    • Ingestão: APIs, CDC (visão), arquivos e eventos
    • Transformação e padronização: naming, contratos, schemas e versionamento
    • Orquestração (conceitos): dependências, retries, backfills e agendamento
    • Boas práticas: modularidade do pipeline, reuso e governança mínima
    • Integração com qualidade e rastreabilidade
    • Implementação de esteiras de dados: DataOps (dbt)
    • dbt na prática: models, sources, macros, seeds e ambientes
    • Testes de dados: nulls, uniques, relações, validações e regressões
    • Documentação e linhagem no dbt (visão aplicada)
    • Padrões de CI/CD para dados (visão prática e checklist)
    • Operação: monitoramento, alertas e rotina de incidentes de dados
    • Visão Arquitetural: Modern Data Stack e Data Mesh
    • Modern Data Stack: componentes e papéis (sem prender em ferramenta)
    • Data Mesh: domínios, data products , ownership e governança federada
    • Contratos de dados, catálogo e descoberta
    • Guardrails: segurança, privacidade e controles mínimos
    • Hands On: pipeline analítico em near real time
    • Construção de um pipeline com ingestão + transformação + consumo analítico
    • Inclusão de streaming para “near real time” (quando aplicável)
    • Definição de critérios de qualidade (freshness, completude, consistência)
    • Evidências de operação: logs/métricas básicas e checagens automatizadas
    • Apresentação curta: arquitetura, trade-offs e valor gerado

    Módulo 8.

    AI Native Engineering

    68H/A

    AI Core Concepts: GenAI e IA Tradicional
    • IA Clássica (discriminativa)
    • Aprendizagem supervisionada , não supervisionada e por reforço .
    • IA Generativa e fundamentos
    • Foundation models, deep learning e transformers.
    • Panorama de modelos no mercado
    • Modelos como GPT , Gemini e Llama
    • NLP tradicional vs ecossistema de LLMs
    • NLP tradicional , LLMs e ecossistema generativo.
    • Prompting, Fine-tuning e RAG
    • Prompt engineering , fine-tuning e Retrieval-Augmented Generation (RAG) .
    • Quando usar prompting vs RAG vs fine-tuning (trade-offs de custo , qualidade e risco )
    • Ciclo de vida de modelos fundacionais
    • Pré-treinamento, ajuste fino , alinhamento (RLHF) e deployment (visão aplicada).
    • Hands-on orientado em GenAI (Poc didática de RAG)
    • prompting na prática (clareza, contexto, restrições, formatação de saída, critérios de aceite)
    • RAG básico (ingestão de pequenas fontes, busca, contexto, resposta com referências, comparação com baseline sem RAG)
    • avaliação simples de qualidade e riscos: alucinação , segurança , privacidade , custo e latência (o mínimo para engenharia)
    Engenharia de Software 2.0: AI-Assisted Development
    • Fundamentos mínimos de AI-assisted development (contexto e limites)
    • Onde a IA ajuda no SDLC e onde ela atrapalha
    • Boas práticas de prompt para engenharia: contexto, restrições, formato de saída e critérios
    • Limites e riscos: dados sensíveis, segredos, código crítico e validação obrigatória
    • Hands-on 1: Test Generation (o que mais gera ROI)
    • Geração de unit tests com IA: estrutura, nomes, cenários e bordas
    • Como evitar testes frágeis e “falsos verdes”
    • Critérios mínimos: asserts úteis, isolamento, legibilidade e intenção do teste
    • Ajuste fino: quando reescrever manualmente vs orientar a IA
    • Hands-on 2: Refatoração assistida com controle
    • Refatoração guiada por objetivos: legibilidade, coesão, acoplamento e responsabilidade
    • Estratégia segura: pequenos passos, validação contínua, proteção por testes
    • Antipadrões comuns: refactor grande, mudança sem objetivo, regressão silenciosa
    • Hands-on 3: Code Review assistido + PR Quality Checklist
    • Revisão assistida por IA com checklist: qualidade, design, segurança, performance e testabilidade
    • Padronização de PR: descrição, evidências, riscos, testes e impacto
    • Uso de IA para sugerir melhorias sem quebrar padrões do time
    • Padrões finais de time: DoD, critérios de aceite e governança mínima
    • Definition of Done mínimo para times que usam IA
    • Critérios de aceite e evidências (testes, logs, impacto, riscos)
    • Regras simples: quando usar , quando não usar , e como justificar por criticidade e risco
    AI Agents Engineering
    • Arquitetura de agentes inteligentes
    • Componentes do agente: objetivo, contexto, memória, ferramentas e executor
    • Tipos de memória: curta vs longa (visão aplicada)
    • Planejamento e execução: decomposição de tarefas e iteração
    • Limites e riscos: alucinação, dependência de ferramenta, ações não intencionais
    • LangChain e frameworks de orquestração
    • Função de frameworks: chains, tools, routers, memory e agentes
    • Critérios de escolha: flexibilidade, observabilidade, custo e lock-in
    • Boas práticas: modularidade, versionamento de prompts e reuso de componentes
    • Integração com APIs externas, Vector DB e RAG
    • Tool use: chamadas a APIs com validação de entrada/saída
    • Vector DB : embeddings, indexação e estratégia de recuperação (visão aplicada)
    • RAG : ingestão, chunking, retrieval, grounding e resposta com referências
    • Confiabilidade: timeouts, retries, idempotência, fallback e controle de erros
    • Segurança na integração: secrets, escopos, permissões e auditoria de chamadas
    • Multi-Agents Systems: colaboração entre agentes
    • Papéis e responsabilidades: planner, executor, critic, retriever, supervisor
    • Padrões de coordenação: supervisor, swarms, delegation, consensus (visão aplicada)
    • Gestão de conflitos, loops e escalonamento para humano ( human-in-the-loop )
    • Observabilidade de interações entre agentes: rastreabilidade e logs de decisões
    • Padrões de Arquitetura de IA (Agents Patterns)
    • Single agent com tools
    • Planner-Executor
    • Supervisor e roteamento
    • Retrieval-augmented agent (RAG + tools)
    • Agentic workflows (quando agente é necessário vs quando workflow basta)
    • Hands-on: criação de agentes para automação de tarefas reais
    • Implementação de agente com tools (APIs) e/ou RAG
    • Tratamento de erros e comportamento seguro (regras e limites)
    • Demonstração do fluxo ponta a ponta
    • Ética, segurança e governança em agentes de IA
    • Riscos específicos de agentes: ações indevidas, privilege escalation, vazamento, prompt injection
    • Guardrails: políticas, filtros, validação, aprovação humana e logging
    • Governança mínima viável: papéis, responsabilidades, trilha de auditoria e padrões
    • Critérios para colocar agente em produção: limites, fallback, rollback e monitoramento
    LLMOps Essentials: Avaliação, Deploy e Operação
    • Fundamentos de LLMOps (visão prática)
    • O que muda em GenAI: variabilidade, alucinação, custo por token e dependência de contexto
    • Diferença entre MLOps e LLMOps : o que é realmente operacional em LLM
    • Componentes comuns: prompt, contexto, retrieval, modelo, políticas e logging
    • Evals: avaliação e regressão de qualidade
    • O que é avaliação em LLM: por que “funciona comigo” não é teste
    • Construção de um conjunto mínimo de test cases (perguntas, contextos e respostas esperadas)
    • Critérios simples: aderência ao contexto, completude, consistência e segurança
    • Regressão: como detectar piora após mudar prompt, fonte ou modelo
    • Operação de RAG (mínimo viável)
    • Pipeline de RAG: ingestão, chunking, retrieval e grounding (visão aplicada)
    • Trade-offs: qualidade vs latência vs custo
    • Falhas comuns: retrieval ruim, contexto excessivo, respostas sem evidência
    • Critérios mínimos de “RAG saudável”: cobertura, relevância e atualização
    • Observabilidade e controle de custos
    • Métricas mínimas: latência, taxa de erro, custo por request, tokens, taxa de fallback
    • Logs essenciais: prompt/contexto (com cuidados), fontes recuperadas e decisão do sistema
    • Budgets e limites: rate limit, teto de tokens, thresholds de custo
    • Alertas simples: custo anormal, latência anormal, queda de qualidade
    • Guardrails operacionais e “governança lite”
    • Guardrails: políticas de uso, limites de ação, validação de entrada/saída e fallback
    • Auditoria mínima: evidências de execução e rastreabilidade de mudanças
    • Critérios de go/no-go para colocar em produção: qualidade, risco e custo
    • Conexão com engenharia: incidentes, postmortem e melhoria contínua (visão)
    • Hands-on guiado
    • construir um fluxo simples de RAG + eval básico (test cases e regressão)
    • Instrumentar métricas + logs + custo e definir guardrails mínimos (limites e critérios)

    Módulo 9.

    Síntese e Posicionamento

    4H/A

    Workshop de encerramento
    • Revisão integrada das trilhas do MBA
    • Discussão orientada sobre decisões reais de engenharia: trade-offs , riscos e escolhas
    • Síntese de aprendizados, erros, acertos e boas práticas aplicáveis no dia a dia
    • Posicionamento do aluno como referência em Arquitetura , Plataformas e IA

    Módulo 10.

    Startup One

    30H/A

    • Ecossistema Empreendedor
    • Intraempreendedorismo
    • Inovação
    • Open Innovation
    • Ideias e Oportunidades
    • Business Canvas – BMG
    • Prototipação e Design Thinking
    • Análise Financeira
    • Economia Criativa
    • Técnicas de Pitch
    • Cases de Sucesso do Cenário Nacional e Global

    Módulo 11.

    Advanced Skills Certification

    30H/A

    AI & Strategic Management
    • Use sistemas inteligentes para criar planejamentos estratégicos com insights valiosos e decisões precisas. Aprenda a aplicar ferramentas que evoluem com o mercado, potencializando resultados e criando vantagem competitiva real.
    AI for Project Management
    • Integre inteligência artificial e agilidade para otimizar processos, antecipar riscos e elevar a performance dos seus times. Tenha uma experiência prática com ferramentas que tornam a gestão mais eficiente e os resultados mais previsíveis.
    Idea to Enterprise: Business Design
    • Aprenda metodologias de Business Design para desenvolver modelos de negócio adaptáveis e sustentáveis. Uma experiência prática para construir o novo, com competências exclusivas e visão de futuro.
    Leadership Communication & Corporate Negotiation
    • Desenvolva uma presença estratégica, poder de influência e técnicas avançadas para negociações complexas. Uma transformação na sua forma de liderar, com habilidades alinhadas aos desafios corporativos atuais.
    e-book
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    APRENDA E DESENVOLVA-SE DIRETAMENTE
    COM grandes referências do mercado

    • Coordenação

      Eduardo Floriano

      Eduardo Floriano

      VPO

      Softtek
    • Coordenação

      Thiago Yamamoto

      Thiago Yamamoto

      Coordenador

      FIAP
    • Professor

      Rafael Barbosa

      Rafael Barbosa

      Arquiteto de Soluções

      AWS (Amazon Web Services)
    • Professor

      Edmee Moreira

      Edmee Moreira

      CRO

      IFTL - Instituto de Formação em Tecnologia e Liderança
    • Professor

      Igor Lagreca

      Igor Lagreca

      Auditor Fiscal da Receita Estadual

      Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo
    • Professor

      Luiz Roos

      Luiz Roos

      Especialista em Sistema IV

      PagSeguro
    • Professor

      Rafael Mazzucato

      Rafael Mazzucato

      CTO

      Verzel & Devaria
    • Professor

      RAFAEL MATSUYAMA

      RAFAEL MATSUYAMA

      Consultor e Sócio-Fundador

      KognaWorks
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      Tassiana Campos

      Tassiana Campos

      Head of Data & Analytics

      triggo.ai
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      Tatiana Rocha

      Tatiana Rocha

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      Charles Oliveira

      Charles Oliveira

      Professor

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      Galo Carlos Lopez Noriega

      Galo Carlos Lopez Noriega

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      Gustavo Torrente

      Gustavo Torrente

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      FIAP
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      Rose Longo

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      Sarah Malheiros

      Sarah Malheiros

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      Rafael Ronqui

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    com executivos e empresas do
    mercado mais tecnológico e que
    mais cresce no planeta

    + DE 45HRS

    De experiência imersiva para
    você dominar os principais
    pilares do ecossistema Chinês

    EXPERIÊNCIA

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    frameworks para você aproveitar
    cada momento dessa jornada

    Investimento

    12*X R$ 2.491,66

    *O valor da extensão é exclusivo a aluno/ex-aluno StartSe ou FIAP (necessário comprovativo).

    *condições especiais para alunos e ex-alunos da FIAP, entre em contato via formulário no Portal do Aluno

    Rock New Ventures, a aceleradora mais rock and roll do mercado
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    A ROCK NEW VENTURES
    É UMA ACELERADORA DE STARTUPS
    QUE UNE TODO O ECOSSISTEMA
    EMPREENDEDOR FIAP NUMA
    IMERSÃO DE CONHECIMENTO,
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    especialistas nas diversas áreas do conhecimento
    fundamentais para tornar sua ideia de startup uma
    realidade.

    Alunos e ex-alunos podem buscar cofundadores,
    validar e escalar seus negócios e ter a possibilidade de
    captação de investimentos para impulsionar ainda mais
    a sua empresa.

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    EXPERIÊNCIA

    ALUMNI

    SUA JORNADA
    EM CONSTANTE EVOLUÇÃO

    MANTENHA-SE CONECTADO(A)
    À COMUNIDADE GLOBAL MBA
    COM ACESSO A BENEFÍCIOS
    E OPORTUNIDADES QUE VÃO
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    A conclusão do curso representa mais do que
    uma conquista acadêmica,é a consolidação de
    uma trajetória marcada por dedicação, propósito
    e visão de futuro.

    A partir de agora você passa a integrar um grupo
    exclusivo, seleto e muito especial: o ALUMNI.

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    o maior ecossistema de ensino tech e de
    negócios da América Latina, impulsionando ainda
    mais a sua carreira de sucesso.

    Novas iniciativas e benefícios exclusivos serão
    continuamente disponibilizados, sempre com
    foco no seu desenvolvimento contínuo.

    Chegar até aqui é o resultado do seu
    compromisso com o futuro. Agora, aproveite tudo
    o que essa nova fase tem a oferecer.

    A JORNADA CONTINUA –
    E SEGUIMOS AO SEU LADO.

    BENEFÍCIOS ALUMNI:

    • PALESTRAS E EVENTOS COM LÍDERES
      E REFERÊNCIAS DO MERCADO.
    • NETWORKING ESTRATÉGICO COM
      EMPRESAS GLOBAIS E BIG TECHS.
    • ACESSO AO TALENT LAB E À ROCK
      NEW VENTURES.
    Logotipo da Alun

    Superpoderes tech
    para superconquistas
    humanas

    O compromisso
    de um ecossistema
    de educação é se
    reinventar sempre.
    Logotipos da Alura, FIAP, PM3 e StartSe

    O Grupo Alun reúne as marcas Alura, FIAP, PM3
    e StartSe, referências em tecnologia, negócios,
    produtos digitais e inovação.

    Juntas, formam o maior e mais completo ecossistema
    de educação em tecnologia e negócios do Brasil,
    impactando milhões de pessoas e empresas
    em diferentes momentos de suas trajetórias.

    Somos uma comunidade viva, em constante evolução,
    criada para apoiar quem busca aprender, se reinventar
    e liderar em um mundo em constante transformação.
    Por isso, fazer parte do Grupo Alun é ter acesso a novas
    conexões, oportunidades e caminhos em todas as fases
    da trajetória profissional.

    Cada marca com sua essência, atendendo
    necessidades e formatos distintos. Todas unidas pelo
    mesmo propósito: formar protagonistas preparados
    para o futuro da tecnologia e dos negócios.

    Nosso compromisso é preparar pessoas e empresas
    para um mundo onde a tecnologia é a nova linguagem
    universal. E seguimos expandindo iniciativas,
    experiências e programas que criam pontes entre
    conhecimento, mercado e impacto real.

    Para saber mais sobre as iniciativas
    e novidades do Grupo Alun, clique abaixo.

    Descubra tudo sobre a Alun
    Alura
    SEU MBA GARANTE ACESSO À ALURA,
    PARA VOCÊ CONTAR COM AINDA MAIS POSSIBILIDADES
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    EM SEUS OBJETIVOS PROFISSIONAIS

    A Alura é a maior escola online de tecnologia da America Latina.
    Ao fazer parte do nosso ecossistema tech, você passa a fazer parte
    desta grande comunidade de networking e aprendizado.

    Desde o primeiro dia de aula, você contará com acesso aos
    mais de 1400 cursos do universo Alura, incluindo o Alura Língua,
    o curso de inglês para DEVs.

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    AS EMPRESAS QUE O MUNDO TODO ESTÁ OLHANDO
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    • Bradesco
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    • Accenture
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    • Vivo
    • Tim
    • GE
    • Carrefour
    • Siemens
    • 3M
    • Braskem
    • Azul
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    Logotipo FIAP

    Nota Máxima
    nas últimas 32 comissões
    de avaliação do MEC

    Você vai se desenvolver com a infraestrutura, a tecnologia,
    os professores e a qualidade de ensino da FIAP, nota máxima
    na avaliação do Ministério da Educação ano após ano.

    Um reconhecimento ao que a gente coloca em prática todos
    os dias: pensar o amanhã para ajudar você a transformá-lo.

    Nota Máxima no MEC

    UNIDADES E Polos

    Conecte-se de onde
    estiver e ainda conte
    com 3 unidades em São
    Paulo e 4 polos pelo
    Brasil

    FIAP Aclimação
    Campus 1

    Av. Lins de Vasconcelos,1264

    Ver Galeria de Fotos

    FIAP Aclimação
    Campus 2

    Av. Lins de Vasconcelos,1222

    Ver Galeria de Fotos

    FIAP Paulista

    Av. Paulista, 1106 /Edifício Paulista, 1100
    – 2º, 3º, 4º, 5º, 6º e 7º andares

    Ver Galeria de Fotos

    1/3

    POLO Rio de Janeiro
    POLO PORTO ALEGRE
    POLO Belo Horizonte
    POLO RECIFE

    POLO
    RIO DE JANEIRO

    Praia de Botafogo, 300
    3º andar - Edifício Centro Empresarial Botafogo

    POLO
    PORTO ALEGRE

    Rua Frederico Mentz, 1606 -
    3º andar -
    Porto Alegre/RS

    POLO
    BELO HORIZONTE

    Rua Sergipe, 1440, 7º andar

    Savassi, Belo Horizonte, MG

    POLO
    RECIFE

    Av. Cais do Apolo, 455 Bairro

    do Recife - Recife, PE

    FAQ

    1

    Por que fazer um
    MBA em Engenharia de Software Moderna: Arquitetura, Plataformas & IA?

    A area de desenvolvimento de software é uma das areas que mais tem carência de profissionais em torno de 150 mil desenvolvedores estão em falta até 2025. Adicional a isto a exportação de mão de obra qualificada é um grande diferencial brasileiro. O profissional aqui formado tem uma visão global da tecnologia e criatividade e isto gera uma alt empregabilidade.

    Fazer um MBA em Engenharia de Software é uma escolha estratégica para profissionais que buscam uma compreensão profunda da gestão de projetos de software complexos, do ciclo de vida do desenvolvimento de software e da aplicação de metodologias ágeis. Isso permite que eles liderem equipes de desenvolvimento de software de forma eficaz, tomem decisões embasadas em dados e enfrentem desafios técnicos e de negócios complexos. Além disso, um MBA em Engenharia de Software pode fornecer competências em análise de dados para avaliar o desempenho de sistemas, identificar áreas de melhoria e otimizar processos de desenvolvimento, tornando os graduados altamente valorizados no setor de tecnologia.

    2

    Por que fazer um
    MBA em Engenharia de Software Moderna: Arquitetura, Plataformas & IA na FIAP?

    Além de a FIAP ser uma instituição de ensino referência em tecnologia e negócios, seu MBA ainda conta com a infraestrutura, a tecnologia, os professores e a qualidade de ensino FIAP, nota máxima na avaliação do Ministério da Educação (MEC), e você ainda tem a possibilidade de estender seus estudos internacionalmente nos EUA ou Portugal, desenvolver sua Startup com a Rock New Ventures, acesso a todos os cursos da Alura e vários Power Ups para potencializar seu processo de aprendizagem.

    3

    Qual a duração do curso?

    Os cursos Live tem duração de 360h e término previsto em 10 meses, e os cursos híbridos duração de 400h e término previsto em 12 meses

    4

    O MBA é reconhecido pelo MEC?

    Sim! Seu MBA tem a nota máxima na avaliação do Ministério da Educação (MEC).

    5

    Qual a diferença entre uma pós-graduação e um MBA?

    A Pós-graduação é um programa de ensino superior que abrange diversas áreas de estudo, não necessariamente relacionadas aos negócios.

    O MBA (Master of Business Administration) é um programa de pós-graduação focado especificamente em administração de negócios e gestão. Destina-se a profissionais que desejam desenvolver habilidades de liderança e gerenciamento em um contexto de negócios.

    6

    Quantas horas por semana precisarei me dedicar aos estudos?

    Recomendamos que você tenha uma disponibilidade de 8 horas semanais para se dedicar ao MBA. Esse tempo inclui assistir a duas aulas semanais, fazer as atividades propostas e se aprofundar mais nos temas ensinados.

    7

    Nunca atuei na área, vou conseguir acompanhar o curso?

    Para acompanhar este curso, os pré-requisitos são: ter conhecimento básico de Programação e em linguagens orientadas a objetos; e ter atuado por 3 anos como desenvolvedor.

    8

    Quais são os requisitos básicos de equipamento e conexão?

    Para conseguir acompanhar o curso, recomenda-se um acesso estável à internet de alta velocidade, computador com câmera, microfone e especificações de processamento e capacidade de armazenamento compatíveis com os softwares utilizados no curso.

    9

    Como serei avaliado?

    As avaliações ao longo do curso podem ser realizadas por meio de discussão de cases em aula, apresentações e discussões em grupo, leitura e discussão de artigos acadêmicos, provas dissertativas ou de múltipla escolha feitas na plataforma da FIAP. As avaliações levam em consideração a qualidade dos trabalhos e não somente sua entrega.

    Além disso, existe a possibilidade de o professor conferir avaliação por participação em sala de aula.

    O MBA Live ainda conta com uma avaliação integrativa que ocorre obrigatoriamente de forma presencial, possibilitando a interação dos alunos ao final do curso.

    Na disciplina de Empreendedorismo e Inovação, há também a possibilidade de o professor indicar ou não o projeto da Startup para a competição do Startup One.

    Todos os projetos (TCC – Trabalhos de Conclusão de Curso) relacionados à disciplina de Empreendedorismo e Inovação são entregues pelos alunos com o prazo médio de 30 dias após o fechamento da última aula (em data informada pela coordenação do MBA). Isso permite que haja tempo hábil para a finalização de todas as iniciativas construídas durante o ano letivo. A participação na competição Startup One não é obrigatória, é totalmente facultativa, conforme decisão dos alunos e de acordo com indicação dos professores.

    10

    Qual a diferença entre as modalidades Híbrido e Live?

    No formato Live, as aulas acontecem 100% online, com interação em tempo real entre professores e alunos. Essa modalidade inclui disciplinas assíncronas obrigatórias, algumas delas eletivas, além de um encontro presencial obrigatório de encerramento no campus, totalizando 360 horas de jornada.

    No formato Híbrido, o aluno tem uma experiência combinada, com 1 aula presencial por semana na unidade Paulista e 1 aula online ao vivo via Teams. Esse formato oferece a flexibilidade do digital sem abrir mão da vivência prática e do networking dos encontros presenciais. No total, são 400 horas de jornada.

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